China luta contra COVID-19 colocando população em primeiro lugar

Fonte: Xinhua    29.07.2020 13h44

Desde o início do surto da COVID-19, a China travou uma "guerra popular" de toda a nação contra o vírus.

Sob a forte liderança do Comitê Central do Partido Comunista da China com o camarada Xi Jinping no núcleo, o país colocou a vida e a saúde do povo em primeiro lugar, demonstrando plenamente sua filosofia centrada no povo.

GUERRA TOTAL

A epidemia de COVID-19 é a emergência de saúde pública de mais rápida propagação, mais extensa e mais desafiadora que o país encontrou desde a fundação da República Popular da China.

O bloqueio para saída de Wuhan, a cidade mais devastada pelo vírus na Província de Hubei, no centro da China, em 23 de janeiro, foi um passo crucial para conter a propagação do vírus.

O "lockdown" de Wuhan, com uma população de mais de 10 milhões de habitantes, juntamente com as medidas de resposta a emergências em outros lugares, ajudou a reduzir em cerca de 700 mil as infecções na China, de acordo com a análise de 15 importantes institutos de pesquisa do mundo.

O envio de suprimentos médicos e equipes médicas para Hubei logo começou.

Ao todo, 346 equipes e 42.600 profissionais médicos foram enviados para Hubei, incluindo as equipes lideradas pelos 10 melhores acadêmicos da China e quase um décimo dos melhores médicos e enfermeiros de terapia intensiva do país.

Os melhores recursos do país foram reunidos para salvar vidas. As contas médicas dos pacientes internados com COVID-19 foram todas cobertas por seguros médicos e fundos fiscais.

"O conceito coletivista dos direitos humanos, enraizado na cultura tradicional chinesa, é uma importante razão para a eficácia das medidas de prevenção e controle epidêmico", avalia Liu Huawen, diretor executivo do Instituto de Estudos de Direitos Humanos da Academia Chinesa de Ciências Sociais.

Fu Zitang, reitor da Universidade de Ciência Política e Direito do Sudoeste, aponta que a China colocou a vida acima de tudo na luta e tomou medidas extraordinárias, garantindo grandes realizações estratégicas na contenção da COVID-19.

"A guerra total contra a COVID-19 protege os direitos humanos", destaca Fu, também vice-presidente da Sociedade Chinesa de Estudos de Direitos Humanos.

GARANTIR O DIREITO DAS PESSOAS AO DESENVOLVIMENTO

Enquanto contém a epidemia, a China tomou medidas para restaurar um senso de normalidade na vida cotidiana, pois garantir o emprego, o sustento e a educação da população é fundamental para salvaguardar seu direito ao desenvolvimento.

As empresas foram dispensadas de contribuições previdenciárias no valor de mais de 340 bilhões de yuans (US$ 48,6 bilhões) entre fevereiro e abril. Subsídios no total de 46,5 bilhões de yuans foram oferecidos a 3,45 milhões de empresas para ajudá-las a superarem as dificuldades e reduzirem as demissões.

A China combate o vírus enquanto luta contra a pobreza. Eliminar a pobreza absoluta é um aspecto importante da promoção dos direitos humanos.

O país pretende tirar todos os residentes rurais que vivem abaixo da atual linha de pobreza desta situação em 2020. A luta contra a pobreza está avançando com progressos concretos em todo o território nacional.

Espera-se que a China atinja a meta de redução da pobreza estabelecida pelas Nações Unidas em sua Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável uma década antes do previsto.

Sobre a educação, o governo pediu às escolas que oferecessem cursos online durante a epidemia e ajuda para os alunos necessitados para garantir que ninguém fique para trás.

VÁRIOS DIREITOS PROTEGIDOS

Durante a luta contra a COVID-19, a China não negligenciou os direitos das pessoas com deficiência.

A Comissão Nacional de Saúde tem ajudado as pessoas com deficiência a obterem mais informações e melhores serviços.

Subsídios e políticas de apoio foram emitidos para as pessoas com dificuldades financeiras.

O direito da população à fiscalização é garantido, pois o governo lançou uma plataforma online para coletar as queixas do povo sobre os problemas que encontram nos esforços locais de controle epidêmico.

A partir do final de janeiro, coletivas de imprensa foram realizadas regularmente pelo mecanismo de prevenção e controle conjuntos do Conselho de Estado contra a COVID-19 para manter as pessoas informadas sobre questões como tratamento de pacientes, alocação de insumos, retomada do trabalho e produção, bem como a reabertura das escolas.

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL REFORÇADA

Em junho, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas aprovou novamente uma resolução apresentada pela China sobre a cooperação em direitos humanos.

A resolução pede a promoção de um novo tipo de relações internacionais baseadas no respeito mútuo, imparcialidade, justiça e cooperação mutuamente benéfica, bem como na construção de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade. Todos os países são instados a realizar um diálogo genuíno e cooperação no campo dos direitos humanos e compartilhar práticas e experiências valiosas na promoção e proteção dos direitos humanos.

À medida que a pandemia da COVID-19 devastou o mundo, cada vez mais países passaram a reconhecer a importância de se unirem sob todas as condições, como exemplificado pelo que a China tem feito.

A China prontamente reportou as informações sobre a COVID-19 à Organização Mundial da Saúde e liberou a sequência do genoma o mais rápido possível, e realizou a cooperação internacional entre os especialistas em prevenção e controle epidêmico em tempo hábil.

O país ganhou tempo precioso para o resto do mundo, cumprindo seu status de grande nação responsável.

Mais de 170 países e mais de 40 organizações internacionais e regionais expressaram simpatia e apoio à China.

Aderindo à visão de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade e o espírito do humanitarismo internacional, a China tem lutado lado a lado com o resto do mundo.

Até o final de maio, a China havia compartilhado suas soluções de diagnóstico, tratamento, prevenção e controle com mais de 180 países e mais de 10 organizações internacionais e regionais, enviado equipes médicas às nações necessitadas e fornecido ajuda emergencial a quase 150 países e quatro organizações internacionais.

A China, como um grande país responsável, permanecerá comprometida em salvaguardar vários direitos do povo e promover continuamente o desenvolvimento saudável da causa dos direitos humanos.

(Web editor: Beatriz Zhang, Renato Lu)

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