A estratégia futura passa por “colocar Portugal no radar junto de uma série de empresas chinesas, e, desde logo, empresas privadas”, constatou, explicando que o projeto implica a cooperação com empresas chinesas e a realização de visitas a Portugal, “para que possam perceber o potencial do país, quer como porta de entrada para a Europa, ou como para parceria em terceiras geografias”.
“Vamos realizar este tipo de iniciativas nas principais metrópoles chinesas, nomeadamente em Beijing, Tianjin, Chongqing, Guangzhou e Shenzhen”, revelou.
É nas áreas de infraestrutura, novas tecnologias, energias renováveis e mobilidade elétrica que Costa Oliveira vê as maiores fontes de potencial de parceria com a China.
“O que é importante, na nossa perspetiva, é selecionar algumas áreas, não demasiadas, e em cada uma delas um projeto ou dois, no máximo, tentando que esses sejam casos de sucesso — como aconteceu com a EDP e a China Three Gorges, que, ainda hoje, a SASAC (State-owned Assets Supervision and Administration Commission) considera o melhor caso de sucesso de internacionalização de uma empresa estatal chinesa”.
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