Hora de Pompeo acabar com seus truques de sanções, diz porta-voz chinês

Fonte: Xinhua    19.01.2021 09h24

O governo chinês condenou nesta segunda-feira as chamadas sanções dos EUA impostas a funcionários dos governos central e da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK), advertindo que é hora do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acabar com seus truques de sanções.

Um porta-voz do Departamento dos Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado fez as observações depois que o Departamento de Estado dos EUA impôs as chamadas sanções, após a detenção de Benny Tai e outros de acordo com a lei pela polícia de Hong Kong por suspeita de violações da lei de salvaguarda da segurança nacional na RAEHK.

Expressando forte oposição às "sanções", o porta-voz considerou a ação uma séria interferência nos assuntos internos da China.

Ao organizar flagrantemente a chamada "eleição primária" ou "referendo", Tai e outros constituíram um grave desafio à ordem constitucional da RAEHK, disse o porta-voz.

Suas ações visam a subversão e são suspeitas de violações da lei de salvaguarda da segurança nacional na RAEHK e outras leis da cidade, afirmou o porta-voz, acrescentando que a detenção e investigação policiais são realizadas conforme exigido por lei e para salvaguardar o Estado de Direito.

O porta-voz observou que certos políticos anti-China dos EUA, como Pompeo, continuam interferindo desenfreadamente nos assuntos de Hong Kong da China e têm adotado a prática de impor as chamadas "sanções", que só denunciam suas intenções sinistras de conter a China sob qualquer pretexto.

As chamadas "sanções" são meros truques políticos baratos e nunca abalarão a determinação do governo central e do povo da China em salvaguardar a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento do país, além da prosperidade e estabilidade de longo prazo em Hong Kong, acrescentou o porta-voz.

A implementação da lei de salvaguarda da segurança nacional na RAEHK ajudou a restaurar a ordem social da cidade em um ritmo notável, fornecendo uma sólida garantia aos direitos legítimos e à liberdade de seus moradores, disse o porta-voz, acrescentando que nada pode impedir Hong Kong de abraçar a paz e a estabilidade.

(Web editor: Fátima Fu, editor)

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