De acordo com o embaixador, o Vietnã e as Filipinas construíram e ampliaram as suas instalações nos recifes, tentando reforçar a sua ocupação real.
Para enfrentar esta situação desequilibrada, que se encontra a deteriorar, a China tem que tomar medidas necessárias para fortalecer a sua presença nas ilhas no Mar do Sul da China.
Como verdadeiro soberano das ilhas, a China tem de regressar ao seu território e enfatizar a sua soberania, afiançou Liu.
Alguns países advogam que o reforço da presença chinesa no Mar do Sul da China demostra a sua governança prepotente da região. Isto, para o embaixador, consiste numa deturpação intencional da realidade.
Segundo Liu, a China possui a soberania e os direitos históricos dos recifes no Mar do Sul da China, mas isto não significa que o país queira tornar o Mar do Sul da China para no seu mar continental. O Mar do Sul da China é um importante corredor internacional de transporte de mercadorias e energia, e a China não prejudicará o normal fluxo de navegação da região, disse Liu.
O embaixador apelou ainda aos países concernentes para controlar, juntamente com a China, as divergências, defender a estabilidade, explorar novas maneiras de cooperação, e apoiar a China e os países envolvidos na resolução das disputas pela via de negociações bilaterais.
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