O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Li Baodong, disse na quarta-feira (17) que a Cúpula do G20 que será realizada em novembro, em Antalya, na Turquia, deverá transmitir quatro sinais positivos como confiança, abertura, responsabilidade e transformação.
Na 3ª reunião da Cúpula realizada em Bodrum, na Turquia, Li Baodong apresentou os temas que serão abordados em Antalya. Segundo ele, o evento deverá transmitir quatro sinais positivos. Primeiro, a confiança, apresentando que o G20 tem capacidade e confiança para conduzir a economia mundial a concretizar um crescimento forte, sustentável e equilibrado. Segundo, a abertura, demonstrando as contribuições do G20 na construção e na manutenção da economia mundial aberta e a oposição ao protecionismo comercial. Terceiro, a responsabilidade, significando que todos os países deverão reforçar a coordenação política sobre a macroeconomia e aplicar políticas eficazes, no sentido de trazer aos outros países benefícios positivos. Quarto, a transformação, promovendo o mecanismo administrativo da entidade e a reforma estrutural para que se crie uma base sólida para o desenvolvimento econômico saudável a longo prazo.
De acordo com Li Baodong, este ano marca o ano do desenvolvimento internacional, e o G20 deverá adotar ações pragmáticas com base na implementação da agenda do desenvolvimento da ONU para 2015. Ele ainda afirmou que como o anfitrião da Cúpula do G20 a ser realizada em 2016, a China participará ativamente dos preparativos do evento deste ano e contribuirá para o sucesso da Cúpula. Além disso, a parte chinesa já está bem adiantada com a Cúpula de 2016, diversos setores como organização, disposição das atividades e logística já estão sendo pensados e colocados em prática. A China quer alavancar o crescimento econômico mundial, juntamente com os países membros da entidade, e fortalecer a posição do G20 que é o principal fórum para a cooperação econômica internacional.
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