Laboratório conjunto intensifica parceria entre China e Portugal na proteção do patrimônio cultural

Fonte: Xinhua    27.10.2026 13h19

A reunião para a cooperação na construção integrada tripartida do Laboratório Conjunto China-Portugal para as Ciências da Conservação do Patrimônio Cultural foi realizada em Suzhou, da Província de Jiangsu, leste da China, em 22 de outubro. Nesta ocasião, a Universidade de Soochow, a Universidade da Cidade de Macau e a Universidade de Évora assinaram um acordo de parceria integrada para o laboratório.

A assinatura do acordo marca uma nova fase de colaboração entre as três instituições, caracterizada por uma integração profunda de recursos, inovação coordenada dos mecanismos de cooperação e desenvolvimento com complementaridade de vantagens, injetando novo impulso à promoção da inovação científica e tecnológica e da cooperação internacional na proteção do patrimônio cultural entre a China e Portugal.

Aprovado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia da China em 2020, o laboratório foi iniciado pela Universidade de Soochow, em parceria com a Universidade da Cidade de Macau e a Universidade de Évora, que desenvolvem pesquisas conjuntas na proteção científica do patrimônio cultural arquitetônico, aplicação de tecnologias digitais e formação de profissionais com visão internacional.

O laboratório criou o Banco de Dados sobre Patrimônio Mundial do Cinturão e Rota, que reúne mais de mil casos, abrangendo vários países e regiões participantes da iniciativa Cinturão e Rota, como a China, Portugal, a Coreia do Sul e Singapura, explorando novas vias para a utilização de tecnologias digitais na proteção, pesquisa e divulgação do patrimônio cultural.

Segundo o acordo, as três partes estabelecerão de forma inovadora um mecanismo de operação colaborativa transnacional com base no princípio de "uma única designação, operação em três locais e avanço coordenado", integrando os recursos vantajosos da parte continental da China, de Macau e de Portugal para construir um sistema de cooperação científica e tecnológica internacional caracterizado por gestão unificada, inovação colaborativa e compartilhamento de resultados.

O laboratório conjunto também aprofundará a pesquisa científica conjunta, a transferência de resultados científicos e tecnológicos, a formação de jovens talentos, as visitas mútuas de pesquisadores e o intercâmbio acadêmico, promovendo a inovação e a aplicação internacional da tecnologia na proteção do patrimônio cultural.

O ministro da Educação, Ciência e Inovação de Portugal, Fernando Alexandre, participou da reunião e testemunhou a assinatura do acordo. Durante sua visita à China neste mês, os dois países definiram cinco domínios prioritários para aprofundar a cooperação em ciência, tecnologia e inovação, entre os quais se inclui a preservação do patrimônio cultural, ao lado da economia azul, da energia, da agricultura e da saúde.

(Web editor: 张荣, Renato Lu)
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