Bai Ming, um investigador da Academia Chinesa de Cooperação Econômica e Comercial, disse ao jornal Global Times que alguns comerciantes tiram proveito de alguns vazios legais de sistemas legais débeis estrangeiros para evitarem punições em alguns dos países do Cinturão e Rota.
“É urgente para os países do Cinturão e Rota assinar acordos judiciais para preencher os vazios legais e reduzir os confrontos entre os diferentes países”, disse Bai.
Enquanto isso, a China tenciona convidar especialistas legais dos países do Cinturão e Rota para estabelecer um centro de arbitragem internacional capaz de lidar com as disputas, e garantir que estas possam ser resolvidas de forma justa e transparente, de acordo com Bai.
O Conselho de Estado anunciou planos para implementar dois tribunais comerciais internacionais para mediar e arbitrar disputas comerciais entre fronteiras na iniciativa do Cinturão e Rota.
Um tribunal será estabelecido em Shenzhen, na província de Guangdong, o qual irá intervir em disputas na Rota da Seda Marítima do Século XXI.
Um segundo tribunal será criado em Xi’an, a capital da província de Shaanxi, e terá a seu cargo casos relacionados com o Cinturão Econômico da Rota da Seda, segundo a agência de notícias Xinhua, a 27 de junho.
Cerca de 90 países e organizações internacionais assinaram acordos de cooperação com a China no âmbito da iniciativa do Cinturão e Rota. A China investiu um total de 70 bilhões nos países da iniciativa, de acordo com Wang.
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