![]() |
Beijing, 21 mar (Xinhua) -- O regulador chinês de medicamentos e a polícia estão investigando a venda ilegal de 570 milhões de yuans (US$ 88 milhões) de vacinas em 24 províncias desde 2011.
Uma mulher e a filha são suspeitas de vender vacinas e foram presas na semana passada na Província de Shandong.
A Administração Geral da Supervisão de Alimentos e Medicamentos deu no domingo a empresas farmacêuticas e distribuidoras envolvidas o prazo de 25 de março para darem informações sobre o destino das vacinas.
Apesar de produzidas por empresas certificadas, a qualidade das vacinas pode ser questionável, pois não foram transportadas nem armazenadas de forma adequada.
A administração pediu que todas as empresas farmacêuticas e distribuidoras que tinham feito negócios com as suspeitas informem os órgãos reguladores de medicamentos locais ou a polícia sobre as transações das vacinas, como os tipos vendidos ou comprados das suspeitas e para onde foram os lotes.
A polícia obteve cerca de 200 informações com as suspeitas sobre fornecedoras e compradoras das vacinas e pediu que as empresas e indivíduos se apresentem antes de 23 de março ou enfrentarão "punições severas".
As suspeitas teriam comprado 25 tipos de vacinas de mais de 100 vendedores de medicamentos, entre eles licenciados e não licenciados, e as venderam a agentes ilegais ou até centros de controle e prevenção de doenças locais a preços altos, segundo a polícia de Jinan, em Shandong.
![]() |