No setor financeiro, Yang disse que "a cooperação tem crescido para se tornar numa força impulsionadora da cooperação econômica, dos projetos ferroviários, de energia, e para a atualização e dinamização da economia argentina".
Na área da cultura, o embaixador chinês afirmou que "a cooperação tem se aprofundado com o objetivo de aumentar o conhecimento mútuo entre os dois povos". Por exemplo, "a celebração do Ano Novo Chinês na Argentina contou com a presença de mais de 600 mil pessoas", disse.
"Para nós, a Argentina é uma potência na América Latina e um ator relevante na política internacional", afirmou Yang enquanto destacava a complementariedade entre ambos os países.
"Estamos dispostos a trabalhar juntos para estabelecermos uma cooperação equilibrada, de benefício mútuo e ganhos compartilhados", disse.
Por sua vez, o embaixador argentino na China, Diego Guelar, afirmou que é possível se "construir uma irmandade sem limites” com a China. “A distância não é um obstáculo".
"Em novembro, a moeda chinesa, o yuan, foi incorporada aos direitos especiais de saque. Trata-se de um fato que torna a China numa superpotência. Trata-se de um país que vive um processo de integração mundial extraordinário", afirmou.
O embaixador argentino também disse que a "China saiu para o mundo. Ela compra empresas, estabelece cooperações...é uma experiência única de abertura".
Para o diplomata argentino, "a integração regional deve ser feita com a China. Temos muito o que fazer juntos", disse ele.
Edição: Rafael Lima
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