
Beijing, Hangzhou e Shenzhen foram classificadas como as três principais cidades da China em capacidade de computação de IA para 2026, segundo um relatório divulgado conjuntamente em Beijing, na segunda-feira (21), pela IDC e pela Inspur Information.
Beijing manteve a primeira posição, sustentada por uma cadeia de suprimentos de capacidade de computação bem desenvolvida e por uma alta concentração de empresas de modelos e aplicações de IA.
Hangzhou ficou em segundo lugar, apoiada por seu polo empresarial de IA, sua sólida base na indústria de internet e avanços contínuos em grandes modelos e inteligência incorporada, enquanto Shenzhen ocupou o terceiro lugar, impulsionada por seus pontos fortes em servidores de IA e chips de computação.
O relatório prevê que a capacidade de computação inteligente da China atingirá 2.576,5 EFLOPS em 2026, um aumento anual de 87,9%, e subirá para 10.524,3 EFLOPS até 2030. Espera-se que o mercado de computação de IA do país alcance US$ 51,5 bilhões este ano, uma alta de 37%, e US$ 150,1 bilhões até 2030.
O relatório também apontou que o rápido crescimento dos agentes de IA está impulsionando o consumo de tokens e a demanda por computação, deslocando o foco da concorrência em infraestrutura de IA da expansão de capacidade para uma maior eficiência do sistema.