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Volume de carga do corredor comercial estratégico da China atinge recorde em 2025

Fonte: Diário do Povo Online    07.01.2026 09h26

Primeiro trem de carga da cidade de Fangchenggang, em Guangxi, para o distrito de Qijiang, em Chongqing, chegando à estação ferroviária de Qijiang Norte, na municipalidade de Chongqing, sudoeste da China, em 29 de dezembro de 2025. (Foto: Chen Cheng/Xinhua)

O serviço ferroviário do Novo Corredor Internacional de Comércio Terrestre-Marítimo da China movimentou um volume recorde de 1,425 milhão de TEUs (unidades equivalentes a vinte pés) em 2025, representando um aumento de 47,6% e superando a marca de um milhão de TEUs pela primeira vez, informou o Grupo Ferroviário de Nanning da China na terça-feira (6).

Do total, 701.000 TEUs foram transportados de regiões ocidentais, como Sichuan, Chongqing e Yunnan, para portos do sul, incluindo o Porto do Golfo de Beibu e o Porto de Zhanjiang, um aumento de 40,4%. Enquanto isso, 724.000 TEUs foram enviados dos portos para as regiões ocidentais do interior, um aumento de 55,3%.

Para aumentar a competitividade, o Grupo Ferroviário de Nanning da China expandiu sua lista de tipos de carga aprovados para transporte em contêineres para mais de 11.000 itens, abrangendo praticamente todos os produtos adequados para transporte em contêineres. A operadora também aumentou o número de rotas de trem programadas para 44, 21 a mais do que no final de 2024.

O corredor agora se conecta perfeitamente com o Expresso Ferroviário China-Europa e os trens de carga China-Ásia Central, permitindo a operação regular de rotas como "Porto do Golfo de Beibu-Chengdu-Polônia/Alemanha" para mercadorias em geral, "Hainan-Qinzhou-Xi'an" para grãos e óleo, e "Emirados Árabes Unidos-Qinzhou-Lanzhou" para automóveis, formando uma rede logística internacional eficiente.

O corredor conecta a Faixa Econômica da Rota da Seda no norte com a Rota Marítima da Seda do Século XXI no sul, coordenando-se com a Faixa Econômica do Rio Yangtze e desempenhando um papel crucial na estratégia de desenvolvimento regional coordenado da China. Desde sua operação piloto em 2017, evoluiu para uma rota estratégica que liga as regiões interiores da China aos mercados dos países da ASEAN e outras regiões do mundo.

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