Governo de Xinjiang critica mídia estrangeira por exagerar chamados "documentos vazados"

Fonte: Xinhua    29.11.2019 14h14

Urumqi, 29 nov (Xinhua) -- Um porta-voz do governo da Região Autônoma Uigur de Xinjiang, noroeste da China, disse nesta quinta-feira que o recente exagero de notícias falsas por parte de alguns órgãos de imprensa e organizações estrangeiras em relação aos chamados "documentos vazados" sobre Xinjiang é uma negligência dos fatos e é absolutamente inaceitável.

O porta-voz emitiu uma declaração no site oficial regional Tianshan para refutar as recentes reportagens de alguns meios de comunicação e organizações estrangeiras, nas quais exageram os chamados "documentos internos" sobre Xinjiang e difamam os esforços contra o terrorismo e a radicalização na região.

O porta-voz disse que este tipo de desconsideração dos fatos e a denigração dos árduos esforços realizados pelas pessoas de todos os grupos étnicos em Xinjiang para obter a estabilidade social a longo prazo nunca devem ser aceitos.

Estabelecidos de acordo com a lei, os centros de educação e treinamento profissionalizante de Xinjiang não são "campos de concentração". Sem restrições ou perda de liberdade pessoal, os direitos dos estudantes dos centros estão plenamente protegidos de acordo com a lei, disse o porta-voz.

Não houve casos de violência ou terrorismo em Xinjiang nos últimos três anos, o que demonstra o desenvolvimento econômico positivo, a estabilidade social, a unidade nacional e a harmonia religiosa da região, assinalou.

O porta-voz indicou que, desde o final do ano passado, mais de mil pessoas de mais de 90 países e regiões visitaram os centros, e que meios de comunicação nacionais e estrangeiros também informaram sobre a realidade da situação.

É amplamente reconhecido que os centros de educação e treinamento de Xinjiang se apegam plenamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas na prevenção e combate ao terrorismo e proteção dos direitos humanos básicos, e merecem pleno reconhecimento e estudo, disse o porta-voz.

A China é um país com estado de direito e um processo judicial pleno, disse o porta-voz, que acrescentou que os órgãos judiciais de Xinjiang atuam em estrita adesão às leis e regras. Eles lidam com as pessoas suspeitas de violar a lei e de cometer delitos de acordo com a natureza e as circunstâncias de seus atos ilegais.

O governo chinês protege os direitos legítimos dos estrangeiros na China e ninguém mais que cidadãos chineses receberam treinamento nos centros. As liberdades de comunicação e privacidade dos cidadãos chineses são protegidas pela lei e não se monitora ou restringe nenhuma comunicação na região, acrescentou.

A prática demonstrou que a luta contra o terrorismo em conformidade com a lei tem atendido às ardentes expectativas das pessoas de todos os grupos étnicos em Xinjiang, protegido firmemente a harmonia e a estabilidade sociais em geral, e aumentado significativamente o sentido de realização, felicidade e segurança das pessoas, disse o porta-voz.

"Continuaremos dirigindo de maneira eficaz nossos próprios assuntos e desenvolvendo Xinjiang, e trabalharemos arduamente para promover a estabilidade social e paz duradoura na região", afirmou o porta-voz.

(Web editor: Rita Zhang, editor)

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