WASHINGTON, 17 de novembro (Diário do Povo Online) - Uma recente pesquisa mostrou que o número de estudantes da China continental que estudam nas universidades americanas chegou a 304 mil, um aumento de 10,8%. A China continental continua sendo o maior emissor de estudantes estrangeiros para as universidades dos EUA.
O relatório de pesquisa, publicado ontem pelo Bureau dos Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado dos Estados Unidos em conjunto com o Instituto de Pesquisa da Educação Internacional, monstra que no ano letivo 2014-2015, o número de estudantes estrangeiros que frequentam as universidades americanas atingiu o recorde de 975 mil. Entre eles, o número de estudantes vindos da China continental chegou a 304,40 mil, ou seja, 31,2% do total e 171 mil a mais do que o número de estudantes oriundos da Índia, a segunda classificada.
A pesquisa também constatou que entre os estudantes da China continental matriculados nas faculdades e universidades americanas, o número de matrículas em cursos de graduação ultrapassou pela primeira vez o número de estudantes de pós-graduação. De acordo com o Departamento de Comércio americano, os estudantes da China continental gastaram US$ 9,8 bilhões nas universidades americanas em 2014.
Entre os países e regiões que têm mais estudantes nos Estados Unidos, China, Índia e Coreia do Sul são os três primeiros classificados, representando 51% do número total de estudantes estrangeiros nos EUA. Taiwan está em sétimo lugar com 20.993 alunos e Hong Kong na 20a posição, com 8.012 estudantes.
A pesquisa constatou que os Estados Unidos continuam sendo o destino de estudo mais popular entre os estudantes internacionais. Em 2014, os alunos estrangeiros contribuiram com mais de US$ 30 bilhões para a economia dos Estados Unidos. O número de estudantes internacionais tem aumentado nos 44 estados e em Washington D.C., entre os quais, a California é, pelo segundo ano consecutivo, o estado que mais recebeu estudantes estrangeiros. A Universidade de Nova York foi a que mais recebeu estudantes internacionais.
Revisão: Rafael Lima