Estatísticas divulgadas na quarta-feira (7) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que houve, nos últimos dois anos, uma elevação do fundo oferecido pelos países desenvolviedos para ajudar os países em desenvolvimento a lidar com mudanças climáticas. No entanto, existe ainda uma grande distância à meta que o primeiro mundo prometeu anteriormente.
Conforme a mesma fonte, em 2013 e 2014, os países desenvolvidos ofereceram aos países em desenvolvimento, US$ 52 bilhões e US$ 62 bilhões respectivamente, para enfrentarem as mudanças climáticas. Do montante, 71% vieram dos fundos financeiros, 26% do setor privado, e os outros 3%, do crédito à exportação.
Na Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas realizada em 2009, em Copenhaga, os países desenvolvidos prometeram uma ajuda anual de US$ 100 bilhões entre 2013 e 2020, para os países em desenvolvimento enfrentarem as alterações climáticas.
Para os especialistas, a determinação de um plano de financiamento de fácil operação por parte dos países desenvolvidos será essencial para o sucesso da Conferência sobre as Alterações Climáticas a ser realizada no final deste ano em Paris.
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