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Primeiro-ministro chinês se encontra com sultão de Omã

Fonte: Xinhua    03.11.2026 14h05

O primeiro-ministro chinês Li Qiang se reuniu com o sultão de Omã, Haitham Bin Tarik Al Said, em Beijing, na segunda-feira.

Li disse que as conversas entre os dois chefes de Estado traçaram um novo plano para aprofundar ainda mais a parceria estratégica China-Omã.

A China está pronta para trabalhar com Omã para manter a amizade tradicional, consolidar a confiança política mútua, fortalecer o apoio mútuo, promover a cooperação em diversos campos e melhor servir à modernização dos dois países, destacou.

Li expressou a disposição da China em fortalecer o alinhamento das estratégias de desenvolvimento com Omã, aprofundar a cooperação em toda a cadeia da indústria de petróleo e gás e realizar mais projetos de energia limpa de alta qualidade.

Ele convocou ambos os lados a expandirem a cooperação em áreas como agricultura e pesca, satélites aeroespaciais, informação e comunicação, e inteligência artificial, e promoverem a conclusão antecipada das negociações do acordo de livre comércio entre a China e o Conselho de Cooperação do Golfo.

Li acrescentou que os dois lados devem expandir os intercâmbios culturais e entre pessoas, inclusive nos setores de cultura e educação, e facilitar ainda mais intercâmbios de pessoal bidirecionais.

China e Omã, ambos países do Sul Global, devem manter comunicação e coordenação estreitas em assuntos multilaterais para salvaguardar conjuntamente a paz e a estabilidade mundial, acrescentou Li.

O sultão Haitham Bin Tarik, que está em visita de Estado à China, disse que Omã admira profundamente as conquistas de desenvolvimento da China, das quais atraem atenção mundialmente. Omã espera aprender com a experiência de desenvolvimento da China e aprofundar a cooperação mutuamente benéfica entre os dois países, acrescentou.

Omã está disposto a aprimorar a comunicação e a coordenação com a China em assuntos internacionais e regionais, além de contribuir para a resolução de conflitos e manter a paz e a estabilidade no Oriente Médio e na região do Golfo, observou.

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