
Os ataques às instalações militares na Província do Sinai do Norte, Egito, deixaram nesta quarta-feira (1) 17 mortos entre os soldados do Exército, além de 13 feridos, afirmaram as autoridades militares do país africano.
De acordo com a declaração, 100 militantes armados morreram durante o conflito. As autoridades militares destruíram 20 veículos utilizados pelos extremistas durante os ataques.
O grupo extremista Ansar Beit Al-Maqdis, que jura fidelidade ao Estado Islâmico, reivindicou a autoria da ação.
Os ataques contra as bases militares em Al-Arish e Sheikh Zuweid começaram na parte da manhã de ontem. Segundo o jornal oficial Al-Ahram, 15 instalações militares foram simultaneamente alvos de combate.
Os militantes utilizaram mísseis e minas para impedir o avanço do reforço de soldados aos locais sob ataque.
No mesmo dia, o Gabinete do Egito aprovou a Lei Antiterrorismo, que entrará em vigor após ser assinada pelo presidente, Abdelfattah al Sisi.
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