Por Gao Kexiang
LUANDA, 8 de junho (Diário do Povo Online) - China e Angola estabeleceram uma parceria estratégica há cinco anos. Com os esforços conjuntos, as relações sino-angolanas desenvolvem-se rapidamente, escrevendo capítulos maravilhosos na história. As relações sino-angolanas é um microcosmo do rápido desenvolvimento das relações China-África.
Nos últimos anos, as relações sino-angolanas obtêm realmente um monte de realizações, sucessos e avanços. As áreas de cooperação entre os dois países são mais amplas, desenvolve-se integralmente a cooperação bilateral nos domínios político, diplomático, econômico e comercial, cultural, educacional, consular, policial, militar e outros. No ano passado, a frota de escolta naval da China visitou, pela primeira vez, a Angola, e o primeiro Instituto Confúcio de Angola foi inaugurado este ano. Um grande número de obras de serviços, tais como abastecimento de agua e eletricidade, transportes, habitações, portos e ferrovias, foram construídas pelas empresas chinesas, constituindo um símbolo de projetos de reconstrução pós-guerra em Angola.
A China tornou-se o maior parceiro comercial de Angola, o maior mercado de exportação de petróleo angolana, principal país-origem de financiamento e o maior país-origem das mercadorias importadas de Angola. Ao mesmo tempo, Angola tornou-se o segundo maior fornecedor de petróleo da China no mundo, segundo maior parceiro comercial e o terceiro maior mercado de contratação de engenharia na África. Centenas de empresas chinesas e mais de 260 mil chinesas que estão trabalhando em Angola se tornaram em laços de ligação para a cooperação entre os dois países e fizeram os dois países uma verdadeira comunidade de interesses. A cooperação entre os dois países está num nível mais alto: os dois lados estabeleceram e puseram em funcionamento o Comitê Diretivo da Cooperação Econômica e Comercial este ano, a fim de proporcionar uma proteção de nível mais elevado para a cooperação bilateral.
Esta visita de Estado do presidente angolano, José Eduardo dos Santos, à China vai injetar uma forte força para o desenvolvimento das relações sino-angolanas.
Agora, com a queda dos preços internacionais do petróleo, o desenvolvimento nacional de Angola enfrenta mais desafios. Mas, muitas vezes, dos desafios nascem oportunidades. Sob a nova situação, os dois países devem prestar atenção à cooperação na capacidade de produção estabelecendo um marco para esta cooperação para fortalecer o apoio político. Eu acredito que com a confiança firme e esforço conjunto, a cooperação sino-angolana vai ter mais frutos.
* Gao Kexiang: embaixador da China em Angola
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