
SÃO PAULO, 18 de maio (Diário do Povo Online) – O gigante chinês de telecomunicações, Huawei, prospera na América Latina, porque a empresa cresce como um fornecedor de hardware e começa a trabalhar com parceiros locais para a investigação e a inovação.
Huawei, fornecedor global de tecnologia e equipamentos de telecomunicações, tem operado na região há 16 anos e tem escritórios em sete países, incluindo a Argentina, Brasil, e México.
"A América Latina é um mercado importante e estratégico para nós", disse Yang Guanglin, diretor de relações públicas da Huawei Sul-americana, acrescentando que "tem enorme demanda potencial para os produtos eletrônicos."
Foram vendidos 109,5 milhões smartphones na região em 2014, um aumento de 59% em comparação com o de 2013, segundo a empresa alemã de pesquisa de mercado GfK, porque os consumidores substituíram seus celulares por aparelhos 3G e 4G.
Anna Jaguaribe, diretora do Instituto de Estudos Brasil-China, disse que com a melhoria da qualidade e tecnologia avançada, os produtos chineses jamais representaram a pirata de produção em massa com o preço baixo e qualidade duvidosa, mas podem competir com marcas ocidentais.
"Esta concorrência pode beneficiar os consumidores e diminuir os preços", disse Jaguaribe.
O plano financeiro da Huawei na região latino-americana inclui equipamentos e soluções para operadoras de telecomunicações, terminais de eletrônicos de consumo e terminais personalizadas para uso em escritórios.
A cooperação com os operadores locais de telecomunicações estabeleceu uma boa base para o desenvolvimento do plano da empresa, diz Yang.
"Temos vindo a trabalhar em estreita colaboração com os principais operadores locais, como Vivo e TIM no Brasil, Claro no Peru, Movistar no México e Tigo no Paraguai, para fornecer aos clientes os terminais pacotes personalizados e serviço móvel favorável", disse Yang, observando que isso ajudou à Huawei a construir uma grande base de consumidores em pouco tempo.
No ano passado, a Huawei forneceu dois conjuntos de nuvens, para facilitar o desenvolvimento educativo no norte do Brasil para fornecer plataformas para aprender on-line e compartilhar informações.
A ministra brasileira da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, disse que o sistema vai ajudar a impulsionar a educação e o desenvolvimento da saúde no nordeste, e ajudar a região a construir conexões estreitas com outras áreas desenvolvidas do país.
A empresa vai reforçar a investigação conjunta com parceiros locais das novas tecnologias para esta região, disse Yang.
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