Uma delegação da Assembleia Popular Nacional do Tibete manteve na segunda-feira (13) conversações com acadêmicos e chineses residentes no Brasil, no Rio de Janeiro. O chefe da comitiva e vice-presidente do Comitê Permanente da APN do Tibete, Shingtsa Tenzinchodrak, afirmou na ocasião que os membros da delegação estão disponíveis para relatar as mudanças vividas no Tibete ao longo das últimas décadas, usando as suas próprias experiências.
Shingtsa ressaltou que a região do Tibete tem sido, desde sempre, parte do território chinês. A libertação pacífica de 1951, a reforma democrática de 1959 e a fundação da Região Autônoma do Tibete em 1965 são marcos importantes para o desenvolvimento do Tibete.
Para os acadêmicos presentes, tanto o Brasil quanto a China são países com um amplo território. Os dois países possuem muitos pontos semelhantes. Eles disseram esperar que a experiência do Tibete sirva como referência para o Brasil resolver problemas como o desequilíbrio regional e a relação entre desenvolvimento e proteção ambiental.
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