O Ministério da Educação do Japão divulgou ontem (6) os resultados da revisão dos novos livros didáticos para a escola secundária, expondo revisionismo histórico devido a pressão do governo e revisão autônoma das editoras.
Quanto ao Massacre de Nanjing cometido pelo Exército Imperial Japonês, alguns livros didáticos revisados afirmam que "cativos e civis estavam envolvidos" ao invés de "foram assassinados muitos cativos e civis". Os conteúdos sobre "atrocidades do Japão foram condenadas", também foram excluídos de alguns livros escolares revisados.
Em relação à ocupação da Coreia pelo Japão, os livros afirmaram que o movimento foi realizado "com o objetivo de modernização" ao invés de "sob a bandeira de modernização da Coréia".
Enquanto isso, os livros recém-revisados acrescentaram a postura e as reivindicações do governo japonês sobre as disputas territoriais com os países vizinhos. Quanto a isso, a China declarou várias vezes à soberania da Ilha Diaoyu e as ilhas subordinadas e que quaisquer intenções do Japão não poderão mudar esta realidade.
O governo sul-coreano deu a entender no mesmo dia, em uma declaração, que condena veementemente a revisão japonesa dos livros didáticos e urgiu que o Japão faça esforços sinceros para melhorar as relações entre a Coreia do Sul e o Japão.
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